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História

Por volta de 1953, Francisco Antônio da Silva e José Alfredo de Almeida, ambos oriundos de Marília, fundaram a Colonizadora Mariluz com o intuito de se criar um município. Demarcando o loteamento, a empresa deu início à venda de lotes a paulistas procedentes de Marília, que vieram com o intuito de plantar café. O solo fértil da região e os sucessivos ganhos acentuados obtidos do manejo cafeeiro permitiram o crescimento acelerado do núcleo urbano inicial.

Isto fez com que muitas pessoas de todo o Brasil (principalmente paulistas, cearenses, pernambucanos e baianos), comprassem terras ou viessem procurar trabalho. Além dos brasileiros, vieram pessoas da Itália, Alemanha, Portugal, Japão e outros países.

Em 6 de agosto de 1956, o frei Gaspar, da paróquia de Cruzeiro do Oeste, celebrou a primeira missa no município.

Em 1975, um fenômeno climático ocorrido na madrugada de 18 de julho daquele ano, chamado de Geada Negra , que cobriu quase todo o território paranaense, dizimou as plantações cafeeiras, causando sérias consequências na economia do município e de todo o estado.

Os pequenos produtores, se depararam com a falência, sendo obrigados a venderem suas terras para os fazendeiros, proprietários de grandes extensões de terra, que iniciaram a plantação de algodão e desoja e a criação de gado.

Mariluz perdeu o posto de produtor de café, e não havia desenvolvido um crescimento urbano razoável para a sua subsistência.